Nome
da dupla: Lucas Maurício e Rafael Rodrigues
Nome
dos Alunos: Lucas Maurício e Rafael Rodrigues
Professora:
Raquel
Fonte:
http://www.coladaweb.com/historia/helenismo
O
helenismo
refere-se
ao conhecimento filosófico produzido entre a morte de Alexandre e o
início da filosofia medieval.
A
principal característica do helenismo é a fusão entre a tradição
grega e a cultura oriental.
Os
principais pensadores do helenismo foram Plotino, Cícero, Zenão e
Epicuro.
O
conhecimento produzido pela ciência do helenismo se desenvolveu em
diferentes caminhos: matemática, geometria, astronomia e geografia
Principais
perspectivas do período helenístico
1
- Neopitagorismo: Retomada
do pensamento de Pitágoras, sobretudo de sua concepção
espiritualista (imortalidade da alma, reencarnação, harmonia
espiritual com o cosmos). Oposição ao materialismo.
2
– Neoplatonismo: Plotino
(205-270) conhecemos a vida e o pensamento de Plotino a partir da
obra “Vida de Plotino”, escrita pelo seu discípulo Porfírio.
Característica central do neoplatonismo: conciliação entre o
pensamento de Platão e o pitagorismo com alguns traços da cultura
oriental.
3
– Estoicismo: Teve
Zenão de Citio como seu fundador, em 300 a.C. Para o estoicismo a
filosofia seria composta de três partes: física, lógica e ética.
Acreditavam numa estreita relação entre o indivíduo (microcosmos)
e o universo (macrocosmo).
4
– Epicurismo: Perspectiva
filosófica fundada por Epicuro. Assim como o
estoicismo,
buscavam a felicidade individual, mas discordavam quanto ao caminho
pra isso.
Pitágoras
Plotino
Zenão
Epicuro
Periodização
O
helenismo marcou a transição da civilização grega para a romana,
em que inoculou sua
força cultural. Não se encontra nela o
esplendor literário e filosófico do período áureo da Grécia, mas
divisa-se um grande surto da ciência e da erudição.
Chama-se
civilização helenística a que se desenvolveu fora da Grécia, sob
influxo do espírito grego. Esse período histórico medeia entre 323
a.C., data da morte de Alexandre III (Alexandre o Grande), cujas
conquistas militares levaram a civilização grega até a Anatólia e
o Egito, e 30 a.C., quando se deu a conquista do Egito pelos romanos.
Grande parte do Oriente antigo foi então helenizado e assistiu-se a
uma fusão da cultura grega, revitalizada nas áreas conquistadas,
com as tradições políticas e artísticas do Egito, Mesopotâmia e
Pérsia. Depois da morte de Alexandre, a transmissão da cultura
grega persistiu nos grandes centros urbanos, embora sofresse
influência dos costumes orientais. A tentativa de Antígonos, um dos
mais antigos generais de Alexandre, de manter intacto o império
conquistado pelo guerreiro macedônio, fracassou após a Batalha de
Ipso, na Frígia (302 a.C.). A partilha do império foi feita entre
três generais: Seleucos I Nicator, Ptolomeu I e Lisímacos.
As
lutas, entretanto, continuaram, e vinte anos depois o império foi
dividido em três estados independentes: o reino do Egito ficou com
os Lágidas, descendentes de Ptolomeu; o da Síria, com os
Selêucidas, descendentes de Seleucos; e o da Macedônia coube aos
antigônidas, descendentes de Antígonos.
Alexandria,
no Egito, com 500.000 habitantes, tornou-se a metrópole da
civilização helenística. Foi um importante centro das artes e das
letras, e a própria literatura grega tem uma fase chamada
“alexandrina”. Lá existiram as mais importantes instituições
culturais do helenismo: o Museu, espécie de universidade de sábios,
dotado de Jardim Botânico, Zoológico e Observatório Astronômico;
e a Biblioteca, com 200.000 volumes, salas de copistas e oficinas
para preparo do Papiro. O Reino Egípcio só terminou com a conquista
de Otavius, no reinado de Cleópatra.
O
reino da Síria abrangia quase todo o antigo império persa até o
Rio Indo. A capital era Antioquia, outro grande centro da cultura
helenística, perto da foz do Orontes, no Mediterrâneo. Os
selêucidas, entretanto, não puderam manter a unidade de seu vasto
império, que acabou conquistado pelos romanos no século I a.C.
Já
o reino da Macedônia teve de enfrentar a luta das cidades gregas,
ciosas da defesa de sua autonomia, e acabou incorporado ao Império
Romano. Do ponto de vista cultural, o período compreendido entre 280
e 160 a.C. foi excepcional.
Cultura
Polibius; a matemática e a
física, com Euclides, Eratostenes e Arquimedes; a astronomia, com
Aristarcus, Hiparcus, Seleucus e Heráclides; a geografia, com
Posidonius; a medicina, com Herofilus e Erasistratus; e a gramática,
com Dionisius Tracius. Na literatura, surgiu um poeta extraordinário,
Teocritus, cujas poesias idílicas e bucólicas exerceram grande
influência. O pensamento filosófico evoluiu para o individualismo
moralista de Epicuristas e Estóicos, e as artes legaram à
posteridade algumas das obras-primas da antigüidade, como a Vênus
de Milo, a Vitória de Samotrácia e o grupo do Laocoonte.
À
medida que o Cristianismo avançava, o helenismo passou a representar
o espírito pagão que resistia à nova religião. O espírito grego
não desapareceu com a vitória dos valores cristãos; seria, doze
séculos depois, uma das linhas de força do Renascimento.
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